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Extração vegetal cresce 5,8% e movimenta mais de R$ 62 milhões no RN, aponta IBGE

Extração vegetal cresce 5,8% e movimenta mais de R$ 62 milhões no RN, aponta IBGE

Extração vegetal cresce 5,8% e movimenta mais de R$ 62 milhões no RN, aponta IBGE

Lenha respondeu por mais de 73% do valor gerado pela atividade no Estado; produção foi registrada em 130 municípios potiguares

Foto: Adriano Abreu/TN

A extração vegetal movimentou mais de R$ 62 milhões no Rio Grande do Norte em 2025, alta de 5,8% em relação ao ano anterior, quando o valor de produção havia alcançado R$ 58,6 milhões. A lenha concentrou a maior parcela da atividade, respondendo por 73,36% do total registrado no Estado. Os dados são da Pesquisa da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Somente a extração de lenha gerou mais de R$ 45,5 milhões em valor de produção. Ao todo, foram extraídos 1,11 milhão de metros cúbicos do produto no território potiguar ao longo do ano. Considerando também a madeira em tora e o carvão vegetal, os produtos madeireiros representaram 82,68% do valor da extração vegetal no RN.

A atividade de extração de lenha foi registrada em 130 municípios. Alexandria apresentou o maior valor de produção, com R$ 8,55 milhões, seguida por Santa Cruz, com R$ 6,5 milhões, e Caraúbas, com R$ 5,25 milhões.

Umbu e mangaba lideram entre alimentos

A extração de produtos alimentícios também avançou no Estado. Foram 1.750 toneladas em 2025, crescimento de 16,59% na comparação com as 1.501 toneladas registradas em 2024. A atividade gerou mais de R$ 4,15 milhões.

O umbu liderou em volume, com 825 toneladas e valor de produção superior a R$ 1,19 milhão. A extração ocorreu em 43 municípios, com destaque para São Miguel do Gostoso, responsável por 300 toneladas, e Pedra Grande, com 200 toneladas. A mangaba apareceu em seguida, com 605 toneladas, das quais 530 toneladas foram extraídas em Nísia Floresta. Apesar do volume menor, a mangaba movimentou R$ 2,06 milhões, acima do registrado pelo umbu.

A PEVS acompanha a quantidade e o valor da produção proveniente tanto da extração de recursos vegetais nativos quanto de cultivos florestais. O levantamento inclui alimentos, fibras, ceras, madeiras, oleaginosos, lenha, carvão vegetal e outros produtos.

Tribuna do Norte

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