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PF cumpre mandado em Caicó contra suspeito de compartilhar material de abuso sexual infantil

PF cumpre mandado em Caicó contra suspeito de compartilhar material de abuso sexual infantil

PF cumpre mandado em Caicó contra suspeito de compartilhar material de abuso sexual infantil

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), a 35ª fase da Operação Uiraçu e cumpriu um mandado de busca e apreensão em Caicó, na região Seridó do Rio Grande do Norte. A ação tem como objetivo combater o compartilhamento de material de abuso sexual contra crianças e adolescentes pela internet.

Segundo a PF, o alvo da operação é um homem investigado por suspeita de compartilhar esse tipo de conteúdo em ambiente virtual. A identidade do investigado não foi divulgada.

Durante o cumprimento do mandado, agentes apreenderam equipamentos eletrônicos que serão submetidos à perícia técnica. O material será analisado para aprofundar as investigações, identificar possíveis vítimas e verificar se outras pessoas participaram dos crimes investigados.

A operação integra o trabalho contínuo da Polícia Federal de enfrentamento aos crimes de exploração e violência sexual contra crianças e adolescentes praticados por meio da internet.

PF orienta pais sobre segurança digital

A corporação reforçou a importância da prevenção e orientou pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, monitorando o acesso às plataformas digitais e mantendo diálogo sobre segurança no ambiente virtual.

Segundo a PF, incentivar crianças e adolescentes a relatar situações suspeitas ou comportamentos inadequados na internet também é uma medida importante para prevenir casos de violência e facilitar a identificação de possíveis vítimas.

Em nota, a Polícia Federal também destacou que, embora a expressão “pornografia infantil” ainda esteja prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), organismos internacionais e instituições de proteção à infância recomendam o uso dos termos “material de abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “material de violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem de forma mais precisa a natureza criminosa dessas práticas.

Tribuna do Norte

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